Empresários e autoridades unem-se para evitar fechamento de agência da receita federal

A agência irá se transformar em um posto de atendimento

A agência da receita federal do município de Campo Maior será fechada e se transformará em um posto de atendimento a partir de janeiro de 2018. A notícia desagradou inúmeros comerciantes e quem necessita dos sistemas fiscais e tributários da região.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A denúncia ganhou repercussão após o ex-vice prefeito e atual presidente da Associação Comercial de Campo Maior, João Alves Filho, usar as redes sociais e acionar políticos locais, como o deputado estadual Antônio Félix e pedir ajuda através dele ao senador Ciro Nogueira, detentor de grande influência junto ao presidente Temer em Brasília para evitar o fechamento.

“A nossa agência é uma das mais antigas que existem no Estado. Atende uma microrregião de cerca de 300 mil pessoas, de Assunção do Piauí à Campo Maior. Seria um prejuízo enorme para o comércio local e regional. Ter que se deslocar a Teresina, além da burocracia, das filas e do desconforto. Por isso, em nome de toda a classe empresarial e comercial, eu estou apelando para esses dois grandes líderes políticos de nossa região, o deputado estadual Antônio Félix e o Senador Ciro Nogueira, sempre tão bem votado em nossa região. Nos ajudem junto ao presidente ou quem quer quer seja para a agência não ser fechada”, apelou João Alves Filho.

O deputado estadual Antônio Félix, também se manifestou através de vídeo, garantindo total apoio em empenho no sentido de lutar pela permanência da agência da receita federal em Campo Maior.

“Recebi vários telefonemas acerca desse absurdo que faremos de tudo para que não aconteça. Entrei em contato com o Senador Ciro Nogueira, após receber essa triste notícia do João Alves e de outros empresários e comerciantes. Só posso garantir que não mediremos esforços para evitar que isso ocorra e o senador Ciro também já se manifestou favorável para impedir esse ato. Deveremos ir a Brasília antes de começar o recesso”, finalizou o deputado estadual Antônio Félix.